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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Resposta


E-mail do Luiz Cláudio do Plur@l sobre o texto que citei aqui. Vejam o que diz a respeito:

sérgio,

resolva seu medo, guapo! senão serei eu que ficarei com medo de interagir com as pessoas nessa lista e no mundo pseudo-real. .. rs rs rs

li o texto transcrito. não vejo novidades.
vejo palavras arquitetadas no sentido de mostrar como até a própria homossexualidade, em seu caráter de perversão, se embrenha nas teias da normalização e da falta de genialidade, circulando nos territórios que, primeiramente, lhe são atribuídos e se apropriando da ultrapassagem das fronteiras estabelecidas nos espaços fortemente patriarcais (ou viriarcais?) e homossociais.

isto me faz pensar em três coisas: ou a perversão foi durante muito tempo se constituindo enquanto algo muito forte em nossas sociedades ou nossas formas de relacionamento (mutantes / tensão entre memória x ruptura) não mantêm outra forma senão esta da identidadeXdiferença ou nada disso tudo mesmo.

a idéia de construção da homossexualidade é, para mim, tão concreta e real como brasília é/foi/está sendo para o brasil.

bjo

luiz cláudio

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