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domingo, 28 de setembro de 2008

"Não morri de overdose, morri foi de tédio"


"Por muito tempo eu sentia vergonha das coisas que eu sinto/ E disfarçando, escrevia difícil só pra complicar/Quando a flor é uma flor e não tem outro jeito da gente dizer,/Pra que mentir" (Raul Seixas)

Por que eu amaria Raul Seixas? Ele definitivamente foi um dos mais inventivos cantores da música popular brasileira. E um dos que mais cantaram à liberdade (ou à necessidade - emergência - dela). Por que disso agora? Essa semana baixei "O dia em que a terra parou", álbum de Raulzito de 1978. E como sempre ele me surpreende com algumas coisas incrivelmente novas. Netre elas destaco "Tapanacara", um exemplar claro de influência tropicalista, "Eu quero mesmo", que tem esse verso citado aí mais acima, "Que luz é essa", que me parece algo sobre a redemocratização do país metaforizada. Entretanto, a que mais me trouxe coisas boas foi essa aí em baixo. Ela sou eu:



Baixe o Cd aqui, caso queira.

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