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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Uma noite estranha


Ontem, ficamos, eu e Tâmara, na Ufes para ver filme. Um tanto frustrados porque outras pessoas que disseram que iriam não foram, vimos ‘E tua mãe também’ (Y tu mama también, 2001). Na hora de sairmos do departamento, Tâmara saiu da sala para guardar o datashow e eu tranquei a porta... Bem, resumindo, tranquei a chave do departamento dentro da sala e assim a possibilidade de sair do Cemuni. Entramos em pânico! Conseguimos sair por uma janela que estava aberta, mas fomos vistos por um guardinha. Foram alguns minutos explicando a situação até convencê-lo da veracidade dela e da necessidade que tínhamos de pular a janela pra pegar a chave (já que o depcom não podia ficar aberto). Dada a liberação, tive que escalar as janelas do Cemuni até a entrada do ar-condicionado. Lá fiquei preso a vários metros do chão com metade do corpo para dentro, metade do corpo para fora e o pé enganchado na grade. Depois de muito tempo assim, de a Tâmara se mijar de rir me vendo naquela situação e de várias dicas do guardinha, finalmente entrei na sala e consegui desfazer todo o mal entendido.

Algum tempo depois, já no Terminal de Vila Velha, fui ao banheiro e havia um homem lá (ah, dado importante: muita melanina = pênis desproporcionalmente gigantesco) que apontava e balançava seu membro excitado para todos que entravam. Uma noite que podemos, ao menos, chamar de pouco convencional...

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